Fartei-me de chorar enquanto lhe comprava roupa de menina… sentia que estava a perder o meu filho!
Por mais que me convencesse que devia deixar a criança ser quem quisesse
ser, que a amaria incondicionalmente fosse menino ou menina, porque o que
interessa é a criança, a pessoa e não o género, por dentro sentia uma revolta
enorme! Era uma luta enorme entre o consciente e o inconsciente! Porque é que
tinha de me acontecer a mim?!
Por esta altura comecei a fazer psicoterapia!
Nessas férias de verão fomos para Espanha.
Chegámos ali e como ninguém a conhecia, ninguém nos conhecia, a Maria
podia ser quem quis ser. E assim foi. Sempre tratada por Maria e no feminino!
Foram umas férias formidáveis!


Sem comentários:
Enviar um comentário